Novas formas de buscar no Google: como a pesquisa evoluiu e o que muda para você

Pessoa pesquisando novas formas de buscar no Google usando um laptop em um ambiente aconchegante com xícara de café ao lado.

Se você trabalha com conteúdo, SEO ou marketing digital, é bem provável que já tenha sentido isso na prática: as novas formas de buscar no Google estão mudando o jogo. O tráfego oscila, o usuário chega diferente e aquela lógica antiga de “escrevi, ranqueei, recebi clique” já não explica tudo.

Não é impressão. É estrutura.

O Google passou a integrar inteligência artificial generativa no centro da busca. Isso significa que, hoje, as pessoas não estão apenas procurando links. Elas estão pedindo respostas, resumos, comparações e até ajuda para decidir o que fazer. E é aí que entram as novas formas de buscar no Google.

Para quem cria conteúdo, isso muda bastante coisa. Não só em termos de acesso, mas de visibilidade, autoridade e confiança. Entender como essa nova busca funciona não é mais curiosidade técnica. É parte do trabalho de quem quer continuar sendo encontrado.

Neste conteúdo, vou te mostrar como a busca evoluiu, quais são as principais novas formas de buscar no Google hoje e o que você precisa ajustar na sua estratégia para continuar aparecendo, sendo citado e fazendo sentido nesse novo cenário. Continue a leitura e confira!

A busca não sumiu. As novas formas de buscar no Google funcionam em camadas

Antes, buscar no Google era simples. Você digitava algo, recebia uma lista de links e escolhia onde clicar. Isso ainda acontece, mas agora é só uma parte da história.

Hoje, as novas formas de buscar no Google funcionam em camadas. Dependendo de como a pergunta é feita e do que a pessoa realmente quer resolver, o Google pode entregar um resumo pronto, uma resposta gerada por IA, uma experiência de conversa ou até executar ações automaticamente.

Os links continuam ali. Eles não desapareceram. Mas agora dividem espaço com outros formatos de resposta. E entender essa convivência é essencial para quem trabalha com conteúdo estratégico. A pergunta deixa de ser apenas “em que posição meu conteúdo aparece?” e passa a ser algo mais prático: em que momento da busca meu conteúdo pode ajudar de verdade?

Mesmo quando não há clique, seu conteúdo pode estar sendo usado como referência, base ou fonte em uma dessas novas formas de buscar no Google. Isso muda a forma de pensar sucesso, mensuração e até planejamento de conteúdo.

Quando você entende essa lógica em camadas, fica mais fácil sair do modo reativo e começar a criar conteúdo já preparado para esse novo contexto. Sem isso, qualquer otimização vira ajuste pontual, não processo.

As principais novas formas de buscar no Google hoje

Quando falamos em novas formas de buscar no Google, não estamos falando de uma única mudança, mas de vários formatos que passaram a coexistir. Cada um atende a um tipo de intenção e exige um jeito diferente de pensar conteúdo. Entender esses formatos ajuda você a parar de otimizar no escuro e começar a criar com mais consciência do que realmente precisa ser feito para aparecer, ser citado e gerar valor.

AI Mode

O AI Mode muda completamente a experiência de busca. Em vez de digitar algo e escolher um link, o usuário conversa com o Google. Pergunta, refina, aprofunda. É uma troca contínua.

Aqui, a lógica não é mais “qual página responde melhor essa palavra-chave”, mas “qual conteúdo ajuda a construir a melhor resposta”. O sistema entende contexto, restrições, objetivos e nuances da pergunta. Se alguém busca:

“Como começar em marketing de conteúdo com orçamento limitado?”

O AI Mode não entrega apenas links sobre marketing de conteúdo. Ele entende que existe uma limitação financeira e ajusta a resposta a partir disso. Ferramentas, prioridades, erros a evitar. Tudo já contextualizado.

Para quem cria conteúdo, isso muda o critério de qualidade. Conteúdos genéricos, vagos ou excessivamente introdutórios perdem espaço. O que funciona melhor nas novas formas de buscar no Google, especialmente no AI Mode, são respostas claras, práticas e bem recortadas.

Não é sobre escrever mais. É sobre responder melhor.

AI Overviews

Outra mudança importante entre as novas formas de buscar no Google é o AI Overview. Em muitas buscas, antes mesmo da lista de links, o Google exibe um resumo gerado por IA com a resposta principal. Esse resumo é construído a partir de múltiplas fontes. E aqui está o ponto crítico: seu conteúdo pode ser usado nesse resumo mesmo que o usuário não clique no seu site.

Isso tem dois efeitos claros. O primeiro é a queda de cliques em algumas buscas. O usuário resolve a dúvida ali mesmo. O segundo é o ganho de autoridade para quem aparece como fonte naquele resumo.

A lógica deixa de ser apenas tráfego e passa a ser presença. Se o seu conteúdo é citado em um AI Overview, você está ajudando a formar a resposta que o Google entrega. Isso constrói reconhecimento, confiança e memória de marca, mesmo sem o clique imediato. E atenção: ignorar esse formato é perder espaço nas novas formas de buscar no Google que já estão acontecendo agora.

Project Mariner

O Project Mariner é menos visível para o usuário comum, mas muito relevante estrategicamente. Ele permite que o Google execute ações na web, como comparar opções, preencher formulários, reservar serviços ou tomar decisões baseadas em dados em tempo real. Aqui, a busca deixa de ser apenas informacional e passa a ser operacional.

Para negócios, e-commerces e serviços, isso muda a forma como o conteúdo precisa ser estruturado. Informações soltas, textos confusos ou dados difíceis de interpretar dificultam que uma IA consiga agir com base no seu conteúdo.

Nas novas formas de buscar no Google, clareza estrutural vira requisito técnico, não detalhe editorial.

Google Lens

O Google Lens permite que a busca aconteça a partir de uma imagem, foto ou screenshot. Em vez de descrever algo em palavras, o usuário simplesmente mostra o que quer buscar. Isso pode incluir identificar um produto, reconhecer um prédio, descobrir a receita de um prato, entender uma planta ou encontrar itens semelhantes a partir de uma imagem vista em redes sociais ou vídeos.

Na prática, o Lens já processa bilhões de buscas visuais todos os meses e se tornou uma das novas formas de buscar no Google mais relevantes em mobile.

Para quem cria conteúdo, isso muda o papel das imagens. Elas deixam de ser apenas ilustrativas e passam a ser pontos reais de entrada na busca. Imagens mal identificadas, sem contexto ou sem relação clara com o conteúdo simplesmente não aparecem nesse tipo de pesquisa.

Circle to Search

O Circle to Search leva a busca para dentro do fluxo natural de uso do celular. O usuário não precisa sair do aplicativo, copiar texto ou abrir o navegador. Basta circular, destacar ou tocar em algo na tela.

Esse gesto ativa o Google Search, muitas vezes já com AI Overviews integrados, trazendo informações sobre o que chamou a atenção naquele momento. Isso vale para produtos, lugares, textos em outros idiomas, elementos em vídeos ou imagens.

Dentro das novas formas de buscar no Google, o Circle to Search reforça uma mudança importante: a busca acontece no momento da curiosidade, não depois. Para criadores de conteúdo, isso exige atenção ao visual, à clareza das informações exibidas e à capacidade do Google identificar corretamente o que está sendo mostrado.

Deep Search

Para buscas mais complexas, o Deep Search executa dezenas ou centenas de pesquisas para gerar relatórios completos, com contexto, comparação e fontes citadas.

Esse formato cresce especialmente entre profissionais, pesquisadores e tomadores de decisão. Se você cria conteúdo técnico ou estratégico, essa é uma das novas formas de buscar no Google que mais importam no médio prazo. Aqui, superficialidade não entra. O que aparece são conteúdos com profundidade, estrutura clara, fontes confiáveis e autoria bem definida.

Busca por voz

A busca por voz já existe há alguns anos, mas ganhou força com a integração de IA. Hoje, as pessoas perguntam ao Google da mesma forma que perguntariam a outra pessoa. Perguntas completas, com contexto, localização e intenção clara. Além disso, o Google consegue identificar músicas apenas pela melodia, sem letras, usando o recurso de humming.

Esse tipo de pesquisa favorece conteúdos escritos em linguagem mais natural, conversacional e orientada a perguntas reais. Textos excessivamente técnicos ou artificiais tendem a performar pior nesse cenário.

AR (Realidade Aumentada)

Em alguns tipos de busca, o Google permite visualizar objetos, animais ou pontos turísticos em 3D, diretamente no ambiente do usuário, usando realidade aumentada. Esse formato é especialmente relevante para conteúdos educacionais, turismo, ciência, natureza e produtos que se beneficiam de visualização espacial.

Não é um recurso universal, mas mostra como as novas formas de buscar no Google não se limitam mais a texto ou imagem estática. Em alguns contextos, a resposta é uma experiência visual.

Como as pessoas estão buscando agora?

As novas formas de buscar no Google não surgiram sozinhas. Elas são resposta direta a uma mudança clara no comportamento das pessoas. E entender esse comportamento é o que separa quem só reage aos dados de quem consegue planejar melhor.

Hoje, as buscas estão mais próximas de uma conversa real. As pessoas não digitam mais palavras soltas. Elas explicam contexto, fazem perguntas completas e deixam claro o que querem resolver. Isso significa que em vez de “marketing de conteúdo”, vemos buscas como:

“como começar em marketing de conteúdo com pouco tempo e sem equipe”.

Isso muda tudo. Afinal, quem responde bem esse tipo de pergunta não é quem repete a palavra-chave, mas quem entende a intenção por trás dela.

Buscas mais longas e conversacionais

Uma das mudanças mais visíveis nas novas formas de buscar no Google é o tamanho e o formato das consultas. Elas ficaram mais longas e mais específicas. Isso acontece porque o usuário percebeu que pode “falar” com o Google. Quanto mais contexto ele dá, melhor a resposta vem. Para quem cria conteúdo, isso exige um ajuste importante: escrever pensando em perguntas reais, não em termos isolados.

Conteúdo que tenta agradar todo mundo acaba não ajudando ninguém. O que funciona melhor agora são respostas bem recortadas para problemas específicos.

Menos tempo de busca, mais exigência na resposta

Outro ponto relevante é o tempo. As pessoas querem resolver dúvidas mais rápido. A IA ajuda nisso entregando respostas diretas, sem exigir que o usuário leia vários textos para chegar a uma conclusão.

Na prática, isso significa que você tem poucos segundos para mostrar que seu conteúdo é útil. Introduções longas, muito conceituais ou excessivamente genéricas perdem espaço nas novas formas de buscar no Google. A resposta precisa aparecer cedo. O aprofundamento vem depois.

O crescimento das buscas sem clique

Um dado que chama atenção é o aumento das chamadas buscas zero-clique. Em muitos casos, o usuário encontra a resposta sem precisar acessar nenhum site. Isso não significa que seu conteúdo perdeu valor. Significa que o papel dele mudou.

Hoje, parte do sucesso está em ser referência, não apenas destino. Quando seu conteúdo é usado em um resumo, citado em uma resposta ou mencionado em uma conversa de IA, você está construindo autoridade digital dentro dessas novas formas de buscar no Google. O clique deixa de ser a única métrica de sucesso. Presença e menção ganham peso.

O que muda na forma de criar conteúdo

Com esse novo comportamento, criar conteúdo exige mais intenção e menos volume. O foco sai da produção em massa e vai para a clareza da resposta.

Pergunte sempre:

  • Qual dúvida real esse conteúdo resolve?
  • Em que momento da busca ele ajuda?
  • Ele responde rápido ou faz a pessoa “procurar mais informações dentro do texto”?

As novas formas de buscar no Google favorecem conteúdos que entendem o problema do usuário antes de tentar ensinar qualquer coisa.

O SEO morreu?

Quando o assunto são as novas formas de buscar no Google, uma frase começa a aparecer com frequência:

 “SEO morreu”.

Ela parece forte, chama atenção, mas não é verdadeira. O que aconteceu foi uma mudança de contexto.

O SEO tradicional continua existindo e sendo necessário. Ele é o que sustenta a base da busca: indexação, rastreabilidade, performance, intenção de busca, arquitetura do site, links, experiência do usuário. Nada disso perdeu valor. O que mudou foi o ambiente onde o SEO opera.

Onde o SEO tradicional continua importante

SEO, no modelo clássico, é sobre ranqueamento. Você disputa posições em uma lista de links. Quer aparecer bem para determinadas palavras-chave, gerar cliques e atrair tráfego qualificado.

Tudo isso ainda importa nas novas formas de buscar no Google. Ou seja, páginas rápidas, bem estruturadas, com bom conteúdo e estrutura técnica bem desenvolvida continuam tendo vantagem.

SEO técnico, inclusive, ficou ainda mais relevante. Se o Google e as IAs precisam entender seu conteúdo com clareza, problemas de indexação, conteúdo duplicado ou estrutura confusa viram gargalos reais.

Portanto, GEO, ou Generative Engine Optimization, surge como complemento. Ele não substitui o SEO tradicional, mas responde a uma pergunta diferente:

“Como fazer meu conteúdo ser usado e citado em respostas geradas por IA?”

Aqui, o objetivo não é apenas ranquear. É aparecer como fonte confiável dentro das novas formas de buscar no Google, como AI Overviews, AI Mode e Deep Search. A métrica principal deixa de ser posição e passa a ser uma citação ou uma menção, ou seja, o uso do seu conteúdo como base para respostas.

Você pode não receber o clique naquele momento, mas ganha algo que pesa muito no médio e longo prazo: autoridade.

Qual a diferença entre SEO e GEO?

Essa é uma dúvida muito frequente e aqui vai uma forma simples de visualizar isso:

  • No SEO tradicional, você compete por cerca de 10 posições em uma página de resultados.
  • No GEO, você compete por ser uma das fontes escolhidas pela IA para construir uma resposta. Não existe ranking visível, mas existe seleção. E essa seleção considera clareza, profundidade, confiabilidade e consistência.

Conteúdo confuso até pode ranquear. Mas dificilmente é citado.

Por que você precisa dos dois

Ignorar SEO significa perder base. Ignorar GEO significa perder visibilidade nas novas formas de buscar no Google que mais crescem. Quando você trabalha os dois juntos, o efeito é acumulativo:

SEO traz tráfego direto e previsível, enquanto o GEO constrói autoridade, reconhecimento e tráfego indireto.

Muitas pessoas descobrem uma marca primeiro em uma resposta de IA e só depois vão procurar o site. Esse caminho não aparece em relatórios tradicionais, mas ele existe e está se tornando comum.

O erro mais comum hoje

O maior erro é tratar GEO como algo separado ou como “a nova moda”. Na prática, o melhor conteúdo para GEO costuma ser também um bom conteúdo para SEO.

Resposta clara, estrutura bem definida, fontes confiáveis, autoria visível e profundidade temática ajudam nos dois cenários. O que muda são os ajustes finos.

As novas funcionalidades do Google não pedem que você abandone o que funciona. Elas pedem que você evolua a forma como cria, estrutura e apresenta seu conteúdo.

Como aparecer nas novas formas de buscar no Google?

Depois de entender como funcionam as novas formas de buscar no Google, surge a pergunta mais honesta de todas: o que eu preciso mudar, na prática, quando sento para criar conteúdo? A resposta não está em fazer algo completamente novo. Está em reorganizar prioridades.

Comece pelo que a pessoa quer saber

Hoje, o Google não “lê” seu conteúdo como um humano faria, do começo ao fim. Ele analisa trechos, blocos, partes. E começa sempre do topo.

Isso significa que, se você demora para responder à pergunta principal, existe uma chance real de essa resposta nunca ser considerada. Na prática, isso muda o papel da introdução.

Se alguém busca “Como começar em marketing de conteúdo?” e o texto começa com uma longa contextualização teórica, a parte mais útil pode simplesmente ficar para trás.

Funciona melhor inverter a lógica. Primeiro, responda. Depois, explique. O leitor agradece. A IA também.

Use títulos que pareçam perguntas de verdade

Repare como as pessoas buscam hoje. Elas não digitam mais termos soltos. Elas perguntam. As novas formas de buscar no Google seguem esse mesmo padrão. Por isso, subtítulos em formato de pergunta funcionam tão bem.

Não é uma regra rígida, mas é um ajuste simples que ajuda muito. O H1 pode continuar mais institucional ou descritivo. Já os H2 e H3 ganham força quando deixam claro qual dúvida estão resolvendo.

Além de facilitar a leitura, isso deixa explícito que o conteúdo foi feito para ajudar, não apenas para “falar sobre um assunto”.

Estrutura não é somente estética

Listas, tabelas e blocos bem organizados não servem só para deixar o texto bonito. Eles ajudam a informação a ser entendida com menos esforço.

Quando você organiza comparações, etapas ou critérios de forma clara, seu conteúdo fica mais fácil de ler, mais fácil de citar e mais fácil de ser encontrado no Google.

Imagem também é conteúdo

Nem toda busca começa com texto. Muitas começam com uma imagem, um print, um gesto na tela. Isso muda o papel do visual. Imagem deixou de ser apoio e passou a ser ponto de entrada.

Uma imagem bem escolhida, bem descrita e contextualizada pode levar alguém até o seu conteúdo antes mesmo de qualquer leitura. Alt text claro, imagens reais e bem enquadradas fazem diferença de verdade.

Seja claro sobre de onde vem a informação

Dizer que “dados mostram” já não é suficiente. O que importa é: quem produziu esses dados? Quando? Onde isso pode ser conferido?

O Google valoriza o conteúdo que deixa isso claro. Citar fontes primárias, com contexto e link direto, aumenta a confiança no que você escreve e a chance de seu conteúdo ser usado como referência. E, para quem está lendo, isso também muda a percepção de qualidade.

Deixe claro quem está falando

Autoria importa mais do que muita gente imagina. Quem escreveu esse conteúdo? Qual a experiência real dessa pessoa com o tema? Por que ela pode falar sobre isso?

Um bloco simples de autoria, com contexto profissional e vivência prática, não é vaidade. É transparência. Ajuda o leitor a confiar e ajuda os sistemas a entenderem que existe alguém responsável por aquela informação.

Parágrafos menores ajudam mais do que você imagina

Além da questão da necessidade de ser responsivo (adaptado para mobile), parágrafos longos cansam. Para quem lê e para quem processa.

Funciona melhor quando cada parágrafo carrega uma ideia só. Frases mais diretas, blocos menores, leitura mais fluida. Se uma ideia começa a ficar grande demais, geralmente é sinal de que ela pode ser dividida.

Destaque só o que realmente importa

Negrito funciona como sinalizador. Mas só quando usado com cuidado. Destacar conceitos-chave, números importantes ou pontos centrais ajuda quem está lendo a captar a mensagem principal mesmo passando o olho rápido. E ajuda a IA a entender o que é essencial no texto.

Quando tudo está destacado, nada se destaca.

Conclusão

As novas formas de buscar no Google não são uma tendência distante ou algo que “talvez” impacte o seu trabalho. Elas já estão moldando como as pessoas encontram respostas, tomam decisões e escolhem em quem confiar. Mas isso não significa que tudo o que você fazia antes deixou de funcionar. Significa que o nível de exigência subiu.

Hoje, conteúdo precisa ser mais direto, mais bem organizado e mais responsável com a informação que entrega. Precisa deixar claro quem está falando, de onde vêm os dados e por que aquela resposta faz sentido. Precisa ajudar rápido e aprofundar depois.

Quando você entende esse contexto, SEO deixa de ser uma disputa por posição e passa a ser um processo mais amplo, que envolve visibilidade, autoridade e presença em diferentes momentos da jornada de busca.

Se você quer aprofundar essa visão e entender como SEO se encaixa nesse cenário daqui para frente, o próximo passo é olhar para o todo. No meu  artigo sobre SEO em 2026, a conversa avança justamente para isso. Confira!

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Karina Oliveira

Trabalho com conteúdo estratégico e SEO há mais de 10 anos, atuando em planejamento editorial, produção de conteúdo e otimização para buscadores, sempre com foco em crescimento orgânico e experiência do usuário.

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